16 a 19 de setembro de 2009.
Desse encontro destacamos a afirmação de que foi “... uma aventura lúdica”, dentre tantas outras palavras que nos tocaram. A sensação de que foram quatro dias muito bem aproveitados faz pensar nos constantes desafios que enfrentamos. Sem medo de ousar, a proposta de construirmos um mapa-jogo em conjunto com as pessoas dos Pontos de Cultura de Vassouras e Pinheiral, nos trouxe imensas surpresas, mas também confirmações. Principalmente a de que é possível transitarmos entre os nossos desejos e os desejos dos outros. O respeito, o ouvido atento e a vontade de ver concretizado mais um brinquedo que, passível de ser manuseado de diferentes formas, com diferentes públicos e informações, seja tão flexível e dinâmico quanto a vida.
Como se brinca de “Paredinha?” voltamos com essa e outras dúvidas, pois em meio a tantas trocas, um assunto levava a outro, deixando-nos curiosos e ávidos para continuarmos.
Griôs, Folia de Reis, Calango, terço de São Gonçalo, Jongo, Cantigas, Caninha verde, Vale do café, Trem, caminhadas, brincadeiras, festas juninas, crianças, crianças, crianças, música do e no PIM: até ópera!!! La Boheme, e por aí vai...
Tradições, histórias, causos, encontros, gargalhadas e afetos.
Assim, as inspirações lúdicas nos movem, sobretudo, sem infantilizar a infância e a brincadeira, como bem define Cortázar:
“Minha noção de brincadeira – demonstrada exaustivamente ao longo de tudo o que fiz – é séria e profunda. Eu acho que a brincadeira é uma atividade essencial do ser humano. Confundir brincadeira com frivolidade é uma primeira distração”.
Obs. Esta experiência faz parte do edital "Pequenos Eventos" do MINC. A proposta do Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha foi contemplada em agosto/09.
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Um comentário:
muuito, muuuito legal! parabéns equipe!
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